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Bem, precisamos dar mais atividade a este Blog...... que tal o Workshop Jigsaw 2009? 





Escrito por Tulio Denari às 9h40 PM
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HOLANDA 18, 19 e 20/07/2009
Amsterdam é linda, teve gente que se beijou, teve quem comprou jóias, teve quem bebeu vinho e quem cantou....foi demais. 

Visitamos Den Haag ou Haia, capital do governo Holandês. É linda, imponente e tem um ar de tribunal internacional. Estivemos lá.... lindo! 
Escrito por Tulio Denari às 9h03 PM
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PARIS - 21, 22 e 23/07/2009 Paris por baixo e por cima.... Quem se perdeu no Metrô? Quem chorou? Quem subiu a torre? Quem comprou torrezinha? Quem gostou de Paris? 
Escrito por teacher Ângela às 9h40 PM
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Enquanto uns tomavam sol perto da “praia” (Paris-Plages), outros aproveitavam a parte de baixo do Bateaux-Mouche...quem será? 
Escrito por teacher Ângela às 9h17 PM
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Essa gente toda e muito mais estava no Airbus A330, bem acomodados e servidos...rs de volta para casa! Paris – São Paulo 12 horas no ar. Quem estava com mais saudade? Quem estava com mais sono? Quem estava com mais pressa? Quem ficou acordado a noite toda? 
Escrito por teacher Ângela às 9h10 PM
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Bem gente, chegamos! Vamos fazer uma brincadeira para relembrar a viagem que já deixa saudade. Do dia da chegada até a partida vamos colocar aqui as melhores fotos (são muitas) e as melhores coisas (tbm não são poucas) de nossa viagem. Vale comentários...vale mandar fotos ...vale recados ... e vale matar a saudade! A chegada! 24/07/2009 
A partida! 07/07/2009 
Escrito por teacher Ângela às 3h23 PM
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Today is the day!

Bom dia, galera (ou tarde, ou noite dependendo de quando forem ler isso)! Hoje é um GRANDE dia, logo mais, as 13:30 partiremos pro Aeroporto Internacional de Guarulhos, de onde as 23:00 damos início a Jigsaw Euro Trip! :p Se tudo der certo, chegaremos a Londres amanhã, dia 8, por volta das 15:00 (horário local). Pra quem quiser acompanhar a nossa viagem, foi criado o Twitter do curso que, agora, começará a ser usado em belo acontecimento. 
http://twitter.com/english_jigsaw See you, folks! And have a niiiiiiice trip! :D
Escrito por Eduardo Valim às 5h51 AM
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York.... Quase 2 mil anos e nós iremos lá! 
Iorque, também comumente referida em sua grafia em inglês, York, é uma cidade do norte da Inglaterra, situada na confluência dos rios Ouse e Foss, no condado tradicional de Yorkshire. Trata-se de uma das mais antigas cidades inglesas, tendo sido fundada em 71 d.C. como Eboracum pelos romanos. Tornou-se a capital principal do Império Romano sob o comando de Septimus Severus em 190 da era comum, mas deixou o título em 192. Acredita-se que Eboracum, nome da cidade de 71 até o século VII, seja uma latinização da expressão céltica Eborakon, que significa "terra dos teixos". Em 2003, a cidade tinha 183 128 habitantes.
Escrito por teacher Ângela às 8h33 PM
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Depois de chegarmos a Londres, logo na manhã seguinte partimos rumo a Cambridge 
Cambridge é uma antiga cidade inglesa, sede do condado de Cambridgeshire. Situa-se a aproximadamente 80 quilômetros de Londres a 52°12' de latitude norte e 0°07' de latitude leste. A cavaleiro de uma região deprimida e pantanosa, de difícil circulação, e às margens do rio Cam, afluente do Ouse (tributário do mar do Norte), Cambridge domina uma das saídas naturais da área. Daí resultou sua primeira função, a de porto fluvial, bastante importante para receber, na Idade Média, barcos marítimos de pequeno calado. Sua situação geográfica, tornou-a,no século XIII, sede da mais importante feira do país. Graças ao intenso comércio, representado pela exportação de lãs, tecidos e produtos agrícolas, Cambridge enriqueceu, e, ainda no séc. XIII, assumiu novo papel: o de centro universitário. Ao primeiro college (faculdade), o de Peterhouse, fundado em 1284, foram-se seguindo outros, chegando ao total de 19 colleges para homens e dois para mulheres. Alguns deles são especialmente afamados, como o Christ College, onde Erasmo ensinou teologia, o King's College, de belíssima arquitetura, salientando-se sua capela orgival, do séc. XV, o Queen's College, o Trinity College, a que pertenceram Francis Bacon, Byron e Newton e o Corpus Christi College. Ao contrário de Oxford, sua tradicional rival, Cambridge foi muito pouco atingida pela industrialização, mantendo a atmosfera de cidade universitária em toda a sua pureza. A vida da cidade, praticamente, limita-se às atividades direta ou indiretamente ligadas à população estudantil, quase se despovoando nos períodos de férias escolares. Com os colégios recobertos de vegetação alinhados ao longo do rio, os verdes gramados e campos de esporte, a par da riqueza de sua arquitetura, Cambridge é uma cidade extremamente bela, que o turismo tem sabido aproveitar de todas as maneiras. O censo de 2001 contou 108.863 habitantes em Cambridge, dos quais 22.153 eram estudantes.
Escrito por teacher Ângela às 7h05 PM
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Maracaju... Há trinta anos atrás você soava distante ... Fiz meu passeio pelo trem do Pantanal e te achava tão remota... Longe de tudo! Eram as terras do Mato Grosso que sempre estavam nas conversas da família. Tinha uma vontade enorme de conhecer a Serra de Maracaju pois desde pequena cantarolava “o seriema do Mato Grosso seu canto triste me faz lembrar...” Pois bem, passaram-se os anos e vim para te conhecer e ficar... E hoje sou tão grata quando me emociono ao presenciar um por do sol nos seus campos, ao avistar a tão sonhada Serra de Maracaju que imaginava ser tão alta quanto a do Mar... Parabéns Maracaju!! Obrigada por ter sido tão bem acolhida por sua gente que tanto te ama e me ensinou a também te amar. Em meu nome, e em nome de toda a Equipe Jigsaw, te parabenizo e peço a Deus que você possa continuar crescendo com muita plenitude. Que nossa gente saiba te cuidar, te poupar, e para sempre te amar!
Com gratidão,
Professora Ângela, Equipe Jigsaw
Escrito por teacher Ângela às 8h14 AM
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A Escócia esta lá, prontinha para nos mostrar as suas belezas... A Muralha de Adriano fica aproximadamente entre a Inglaterra e a Escócia. Quando o imperador Adriano entendeu que o Império Romano não iria continuar a crescer em todas as direcções e percebendo os riscos que corria na Grã-Bretanha, decidiu seguir uma política de manutenção do território conquistado. Esta muralha pretendia ser um apoio contra as as investidas das tribos da Escócia, nomeadamente Pictos e Escotos a que os Romanos chamavam de Caledônios. Em 126DC quando ficou terminada, era a mais extensa do Império Romano. Inicialmente tinha mais de 120 Km. A muralha foi construída pelos próprios soldados romanos, sendo atribuída uma extensão a cada "centúria". O muro foi feito com pedra e turfa e tinha 4,5 metros de altura e 2,5 metros de largura. No topo tinha uma estrada de 1 metro de largura que facilitava as comunicações e os transportes. A distâncias regulares eram construídas torres de observações e a distância maiores foram construídos quarteis.
Grandes partes desta muralha original foram destruídas ao longo do tempo para aproveitamento da pedra para outras construções, como por exemplo a Igreja de Carlisle. Contudo ainda pode ser vista uma grande extensão, como é exemplo disso o troço perto de Greenhead.
Escrito por teacher Ângela às 2h33 PM
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Inglaterra
A Inglaterra nos espera nestas férias!Pense num destino com atrações imperdíveis para a família inteira: Inglaterra. O país, localizado no Reino Unido, concentra lindos pontos turísticos como a animada capital Londres. Ali está um dos cartões-postais britânicos mais conhecidos, a famosa Trafagal Square. Vale a pena conhecer o Palácio de Buckingham, onde é possível assistir à troca de guardas, e também conferir de perto a beleza da Catedral de Westminster. O passeio pode ser estendido até a importante Praça Trafalgar , sem esquecer de antes dar uma passadinha no British Airways London Eye, uma roda gigante cuja visão da cidade é indescritível. História A Batalha de Trafalgar foi uma batalha naval que ocorreu entre a França e Espanha contra a Inglaterra, em 21 de outubro de 1805, na era napoleônica, ao largo do cabo de Trafalgar, na costa espanhola. A esquadra franco-espanhola era comandada pelo almirante Villeneuve, enquanto que a inglesa era comandada pelo almirante Nelson, para muitos o maior gênio em estratégia naval que já existiu. A França queria invadir a Inglaterra pelo Canal da Mancha, mas antes tinha que se livrar do empecilho que era a marinha inglesa. Nelson tinha que evitar isso.
Escrito por teacher Ângela às 2h52 PM
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Árvores são transplantas para o IEA. Preparadas pelo Tec Agropecuário Chaparro, o IEA transplantou várias árvores para o pátio da escola. Foi um trabalho de vários dias e que envolveu muita gente, mas valeu a pena.  Nadir quis saber o porquê de eu estar transplantando essas árvores... Sabe, acho que é porque adoro plantas, plantar, cultivar... E essas árvores têm um fator emocional muito forte. Tem toda uma vida. Recebi-as de presente de pessoas que amo. Elas mudaram comigo para Sidrolândia ... Sendo assim fiquei receosa de que pudessem ser cortadas. Muitas pessoas consideram árvores e plantas um empecilho que só faz sujeira. Preferem o concreto ao verde. Preferem lavar calçadas do que dormir embaixo de uma árvore frondosa. E também, querida Nadir, porque acedido que a questão ambiental da terra constitui um grave problema, cujo impacto tem amplitude de âmbito planetário e atinge as gerações futuras. No mundo natural tudo se relaciona e se inter-relaciona, a mãe natureza pulsa, vive, tem alma como a gente. Reciclar é preservar. Preservar é cuidar. Cuidar e manter o planeta limpo são formas de permitir que as gerações futuras usufruam com totalidade do direito de nascer, viver, conhecer e interagir com a biodiversidade existente. Fazendo a nossa parte o planeta agradecerá. Ângela Denari Professora 
Escrito por teacher Ângela às 8h57 PM
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Gustavo Ioschpe Economista, especialista em educação. VEJA 2100 DE 18 DE FEVEREIRO DE 2009 Falência educacional: complô ou lógica? "Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores do que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública" Quando se fala em educação no Brasil, algo não faz sentido. Todos exaltam o benefício da educação e apontam-na como a solução de nossos problemas. Todos parecem engajados em sua melhoria. Apesar desse consenso e da boa vontade, nossas escolas patinam, e sua qualidade só tem decaído. Para explicar essa curiosa dissonância, era comum ouvir, dez anos atrás, a ideia de que nosso fracasso na área se devia à falta de "vontade política" de nossos governantes, ou ainda ao complô das elites pela alienação do proletariado, ou, finalmente, às imposições do Fundo Monetário Internacional (FMI), que supostamente exigia o corte de gastos na educação em seus acordos com o país. De lá para cá, os dotados de "vontade política" chegaram ao poder, as elites de antanho deram lugar à república dos sindicalistas e o Brasil já não precisa mais da tutela do FMI, ao qual não deve nada. Mas a melhora esperada não veio. O resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2005 é mais baixo que o de 1995. Apesar disso, o discurso da área educacional continua o mesmo. Será que eles estão certos, e que há um complô tão poderoso a favor da nossa ignorância que nem os próprios atores da nossa tragédia percebem a sua insignificância? Estariam as "forças ocultas" de Jânio Quadros rondando novamente os palácios, de onde talvez jamais tenham saído? Ou será que nosso atraso é mais compreensível à luz de uma análise racional dos envolvidos na área, presumindo-se que eles agem de maneira lógica e maldosa? Creio que a segunda hipótese é a mais provável: nossa inércia é compreensível se entendemos a economia política dos grupos envolvidos. Comecemos pelos alunos. Eles aprendem muito pouco, e são os maiores interessados em seu próprio sucesso acadêmico. Por que não protestam? Há, em primeiro lugar, a questão etária: não é possível imaginar que crianças de 10 ou 12 anos se mobilizem em passeata pública por um ensino de melhor qualidade. Quando os alunos se dão conta das deficiências do seu ensino, costuma já ser tarde demais, e a própria carência educacional dificulta a reclamação: é improvável que um semiletrado escreva um artigo cativante ou uma carta pungente ao seu congressista. Em segundo lugar, os alunos são condicionados pelo seu sistema de ensino a acreditar que o culpado pelo insucesso do aluno é ele mesmo. Nessa missão, seus mestres são extremamente efetivos: em pesquisa recente da Unesco, 82% dos alunos ouvidos dizem que, se o aluno não passa de ano, a culpa é sua, muito mais que da escola (mencionada por apenas 5%) ou dos professores (3,7%). Para piorar, os próprios pais culpam o filho pelo insucesso na escola: pesquisa publicada no livro A Escola Vista por Dentro indica que 63% dos pais da escola municipal e 54% dos da estadual culpam o filho por sua repetência. Cercados por esse mar de desconfiança e assolados pelo próprio desconhecimento, os alunos protestam mais com os pés que com a cabeça: quando entendem que a escola lhes consome muito tempo sem dar muito em troca, abandonam-na. Juca Varella/Folha Imagem
 | O FMI SE FOI E as elites saíram do poder, agora ocupado por governantes com "vontade política", mas a esperada melhora da educação não veio |
O próximo grupo de interessados pela educação é o dos pais dos alunos. Por que eles aceitam bovinamente uma péssima educação para seus filhos? Aqui devemos dividir esse universo em dois: há o grupo de classe média e alta, que coloca os filhos em escola particular, e o restante da população, que usa a escola pública. Quem coloca seus filhos em escolas particulares (12% do total das matrículas da educação básica) comete um grave equívoco: acredita que essas escolas são boas apenas porque são melhores que as escolas públicas. Assim, despreocupa-se da educação dos filhos e da qualidade da escola pública. O problema é que a escola particular é também muito ruim – basta ver os resultados dos alunos de alto nível socioeconômico em testes internacionais como o Pisa, em que nossos alunos ricos têm desempenho pior que o dos alunos mais pobres dos países desenvolvidos. E o segundo problema é que, como a escola pública forma, via de regra, os professores da escola particular, enquanto não melhorarmos todo o sistema, não teremos educação de qualidade para ninguém. Mas os pais das escolas particulares não entendem isso; afastam-se da questão educacional por acreditar que essa problemática não os afeta. Esperar-se-ia, porém, que os pais de alunos da escola pública (os outros 88% das matrículas) estivessem profundamente descontentes com a educação dos filhos e bradando por sua melhoria. Mas não estão: as pesquisas apontam que, pelo contrário, estão satisfeitos com a escola das crianças. Essa visão não é causada por preguiça ou desinteresse, mas por despreparo. Pesquisa do Inep mostrou que quase 60% dos pais do ensino público não completaram nem o ensino fundamental, 73% têm renda inferior a três salários mínimos, três quartos nunca ou raramente leem jornal. Pesquisas qualitativas mostram que esse pai compara a escola da sua época – em que faltava vaga, não havia merenda nem transporte – com a escola do filho. Vendo todas as benesses materiais que o filho recebe, associa-as a uma educação de boa qualidade. Reclama quando o professor falta à aula, mas é só. Se o pai acha a escola boa e o filho vai mal, então é natural que o pai culpe o filho e exima a escola, perpetuando o sistema roto. Depois dos pais, temos os diretores escolares. Destes, segundo o MEC, 60% são indicados pelo Poder Executivo de sua cidade ou estado. Menos de 10% são concursados, outros 19,5% são eleitos. É provável que a maioria, indicada por políticos, não esteja disposta a bancar grandes revoluções em suas escolas, que poderiam levar à sua destituição – especialmente se prescrevessem aos seus professores as medidas impopulares que estão associadas ao melhor desempenho acadêmico, como uso constante de dever de casa, avaliação de alunos, redução do absenteísmo docente, uso intensivo de material didático e utilização do tempo de aula para tarefas expositivas, e não cópia do quadro-negro ou realização de exercícios. A maioria dos diretores é composta de ex-professores, o que reforça o corporativismo, e não há no Brasil instituições de ensino que preparem uma pessoa para o ofício de diretor escolar, de forma que mesmo os diretores bem-intencionados são frequentemente despreparados. Vejamos o professor. Por que ele não produz uma educação de melhor qualidade? Em primeiro lugar, porque não consegue. O professor brasileiro tem uma péssima formação e não é preparado para encarar uma sala de aula do Brasil real, especialmente em áreas de vulnerabilidade social. Em segundo lugar, porque é tomado por um viés ideológico que torna o sucesso acadêmico insignificante. Em pesquisa da Unesco, só 8,9% dos professores indicaram "proporcionar conhecimentos básicos" como uma das finalidades importantes da educação. "Formar cidadãos conscientes" ficou com 72,2% das preferências. Confrontados com o seu fracasso, então, nossos professores têm duas respostas-padrão: ou culpam o aluno e seus pais, ou culpam a visão neoliberal e reducionista de quem reclama da escola que forma analfabetos, porque a educação "é muito mais do que isso". Finalmente, chegamos à última peça dessa engrenagem, aquela que é paga e eleita para administrar o sistema e zelar pelo bem comum: os políticos. Se o político for desonesto, a educação será um ótimo lugar para tirar dinheiro: não só concentra uma parte grande do orçamento (no mínimo 25%) como ainda é cheia de transferências do governo federal. Tem uma grande vantagem: se o sujeito rouba da saúde e faltam remédios ou médicos, a população chia; se rouba dos transportes e faltam ônibus, os eleitores reclamam; se rouba da educação e os alunos não aprendem, ninguém se importa. Mas, mesmo que o político seja honesto e comprometido com o progresso da sua região, é confrontado com uma decisão indigesta: se ele quiser mesmo reformar seu sistema educacional, terá de parar de investir em merenda ou em prédios e investir na formação de diretores e professores, terá de cobrar o seu desempenho, terá de mobilizar pais e alunos, terá de remanejar professores e funcionários incompetentes. Tudo isso causa des-conforto. Se a experiência de estados reformistas na área, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais ou Sergipe, servir de exemplo, o descontentamento descambará em greve. Os professores são uma das categorias profissionais mais numerosas e vocais em suas reclamações. Os beneficiários dessas reformas mal sabem que têm um problema e, portanto, não reconhecerão a melhoria. Se tiverem de deixar de trabalhar para cuidar dos filhos sem aula por causa da greve, perigam ser contrários às reformas. O lógico, nesse caso, para os políticos, é fazer o quê? Exatamente: nada. Assim vamos ficando, ano a ano, mais ignorantes e despreparados.
Escrito por teacher Ângela às 10h28 AM
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Puxa! faz tempo que não blogamos. A correria não nos deixa tempo, mas vai aí uma foto do andamento de nossa escola em Sidrolândia. Beijos a todos. 
Escrito por teacher Ângela às 9h03 AM
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